Liev Tolstói foi um escritor russo, amplamente reconhecido como um dos maiores de todos os tempos. NOVELAS Infância (1852) Adolescência (1854) Juventude (1856) Felicidade Conjugal (1859) Os cossacos (1863) Guerra e Paz (1869) Anna Karenina (1877) A Morte de Ivan Ilitch (1886) A Sonata a Kreutzer (1889) O Diabo (1889) Ressurreição (1899) Falso Cupom (1904) Hadji Murat (1904) NÃO-FICCIONAIS A Confissão (1879) Uma Crítica à Teologia Dogmática (1880) Uma Curta Exposição do Evangelho (1881) Igreja e Estado (1882) No que eu acredito (também traduzido como Minha religião (1884) O que é para ser feito? (1886) Na vida (1887) O amor de Deus e do próprio vizinho (1889) Por que os homens se intoxicam? (1890) O primeiro passo: no vegetarianismo (1892) [2] O reino de deus esta em vós (1893) Não-atividade (1893) O significado da recusa do serviço militar (1893) Razão e religião (1894) Religião e Moralidade (1894) Cristianismo e Patriotismo (1894) Não-Resistência: carta aberta a Ernest H. Crospy (1896) Como ler os evangelhos (1896) A Decepção da Igreja (1896) Carta aos liberais (1898) Ensino Cristão (1898) Sobre o Suicídio (1900) A escravidão dos nossos tempos (1900) Não Matarás (1900) Resposta ao Santo Sínodo (1901) O Único Caminho (1901) Sobre a Tolerância Religiosa (1901) O que é religião e qual é a sua essência? (1902) Ao clero ortodoxo (1903) Pensamentos de homens sábios (compilação, 1904) A Única Necessidade (1905) The Grate Sin (1905) Um Ciclo de Leitura (compilação; 1906) Não matarás (1906) Ame-se (1906) Um apelo à juventude (1907) A Lei do Amor e do Direito da Violência (1908) O único comando (1909) Um calendário de sabedoria (1909) CONTOS A Invasão (1852) Crônicas de Sebastopol (1855-1856) A Tempestade de Neve (1856) A Manhã do Proprietário (1856) Lucerne (1857) Albert (1858) Três mortes (1859) A boneca de porcelana (1863) Polikṣshka (1863) Deus vê a verdade, mas a espera (1872) O Prisioneiro no Cáucaso (1872) O caçador de ursos (1872) Pelo que os homens vivem? (1881) Memórias de um louco (1884) Uma faísca não percebida queima a casa (1885) "Dois Velhos" (1885) Onde o amor está, Deus está (1885) Ivan o Tolo (1885) Almas do mal (1885) Sabedoria das crianças (1885) Ilyas (1885) Os Três Hermitas (1886) Promovendo um Diabo (1886) De quanta Terra um homem precisa? (1886) O grão (1886) Arrependimento (1886) O Filho de Deus (1886) Croesus e Fé (1886) Uma oportunidade perdida (1889) Francoise (1892) Uma conversa entre pessoas ociosas (1893) Ande pela luz enquanto há luz (1893) O Café da Surrat (1893) Mestre e Homem (1895) Caro demais (1897) Padre Sergius (1898) Esarhaddon, rei da Assíria (1903) Trabalho, Morte e Doença (1903) Três Perguntas (1903) Depois da bola (1903) Divino e Humano (1906) "Pelo que?" (1906)